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Região 13 de março de 2025

Escrito por: Diário Digital Castelo Branco

Castelo Branco: Câmara Municipal apresenta Centro de Interpretação Mestre Templário Pedro Álvares Alvito na BTL

Sob o tema ‘Cultura, Natureza e Sabor’, Castelo Branco promove o que de melhor a região tem para oferecer a quem nos visita e apresenta um conjunto de produtos endógenos, elementos culturais, patrimoniais e artesanais, atividades e experiências interativas, novos projetos e momentos musicais.

Presente no stand 2C19, no Pavilhão 2, o Município albicastrense apresenta muitos motivos para se querer conhecer o concelho durante todo o ano. No dia da inauguração, foi apresentado o projeto do Centro de Interpretação Mestre Templário Pedro Álvares Alvito, que será implementado na Igreja de Santa Maria do Castelo e na Escola Conde Ferreira.

A apresentação ficou a cargo de José Carlos Moura, membro da Equipa Técnica da zona histórica, que explicou que “a Igreja de Santa Maria do Castelo e a Escola Conde Ferreira vão constituir dois elementos-chave para o Centro de Interpretação, onde vão ser alocados elementos das escavações e virtualizar elementos da história de Castelo Branco: templários, século XIII, invasões peninsulares, culminando com a Primeira Invasão Francesa, em 1807”.

O Centro de Interpretação Templário pretende ser um local imersivo e moderno, que levará os visitantes a conhecer diversas dimensões:

•Fundação da Ordem do Templo a nível internacional

•Ordem do Templo em Portugal

•Ordem do Templo a nível local e o crescimento da urbe a partir do Foral de Pedro Álvares Alvito

•Desenvolvimento da Urbe até ao século XIX

Segundo José Carlos Moura, “a ideia é transformar a Igreja de Santa Maria do Castelo, de matriz templária, num espaço onde possa coexistir a história da cidade e elementos virtuais anteriores aos templários, elementos de matriz templária e elementos posteriores aos templários”.

Quanto à localização das experiências no interior da Igreja, serão contempladas 3 zonas:

ZONA 1 - Sacristia

Espaço virtual e imersivo com conteúdos sobre o tema ‘O passado de um Castelo tornado presente’ e com o arcaz (armário) da Sacristia reaproveitado para expor os materiais das escavações.

ZONA 2 - Capela Mor e 1º patamar da nave

Com o tema ‘O viver e o conviver da morte com a vida’, irá realçar diversos elementos, como as pedras tumulares templárias, ossadas, medalhas religiosas, cruzes, fivelas, alfinetes e chaves. Haverá a figura de um manequim com indumentária a rigor de cavaleiro templário.

ZONA 3 - Igreja desde o altar à porta poente

Zona de virtualização, hologramas e vídeos com conteúdos sobre a formação da Ordem do Templo, entrada da Ordem em Portugal, mapa de lugares e castelos da Ordem do Templo, a importância estratégica na zona da Beira e demonstração da construção do Castelo e da Igreja.

Relativamente ao edifício da Escola Conde Ferreira, contemplará uma sala com um filme promocional sobre o Castelo e a zona histórica da cidade; uma exposição em vitrine de algumas peças oriundas das diversas campanhas de escavações; a maquete representativa da alcáçova, muralhas e edificado; e merchandising templário, Bordado de Castelo Branco e produtos regionais.

José Carlos Moura enfatizou a importância da história da Alcáçova do Castelo, que originou a criação da cidade, explicando que, por ser “uma zona de fronteira, éramos os primeiros a sofrer os impactos de qualquer invasão, tendo sofrido, por 6 vezes, invasões peninsulares” e a Igreja de Santa Maria do Castelo foi alvo de diversos incêndios ateados, tendo-se reerguendo ao longo dos tempos.

Leopoldo Rodrigues, Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, esteve presente no dia inaugural da BTL e considera, em nota de imprensa, que o Centro de Interpretação Mestre Templário Pedro Álvares Alvito “é um elemento fundamental naquilo que é a nossa estratégia de requalificação e de valorização da zona histórica. Podíamos apenas fazer obras de requalificação na Igreja, mas isso não dignificaria o território que representa e, por essa razão, apresentámos uma candidatura ao Turismo de Portugal, no sentido de criar o Centro de Interpretação. O trabalho já está no terreno e acreditamos que, até ao verão, esteja concluído este projeto de requalificação de um espaço de identidade, de memória e icónico da cidade”.

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